Monday, June 30, 2008

Presidente por 1 dia!

Em um domingo à tarde, escutava meu pai dizendo como era boa sua época de juventude. Uma geração diferente; músicas poéticas, calça quadriculada, camisa aberta até o umbigo – Tudo bem, ele era magro. A galera fazia gincanas, torneios esportivos, competições sobre quem sabia mais versículos da bíblia.

Naquela época, há quase 40 anos atrás, eles pareciam inovadores. Moderninhos, pode-se dizer. As uniões de jovens eram o ápice dos sábados e domingos à tarde. A realidade da igreja era muito diferente de hoje, só podiam tocar violão, piano e órgão. Guitarra elétrica? Huuum…. Bateria??? Nem se fala! Nosso “muito obrigado” para eles que lutaram em provar que bateria não é coisa do diabo. =)

Como profissional de Marketing, me deparei com os valores investidos pelas grandes multinacionais presentes no Brasil em pesquisas sobre “jovens”, estas que buscam saber o que pensam, preferências, hábitos, gostos e tendências. Alguns milhões de reais são destinados simplesmente para saber o que eles querem, para assim desenvolverem seus produtos e serviços.


Agora peço que você me ajude a pensar. Nossas estratégias estão corretas para os dias de hoje?
Os jovens de 17 a 28 anos que estão iniciando a carreira profissional, fazendo cursinho pré-vestibular e cursando as faculdades, ainda se interessam por gincanas, caça ao tesouro, entre outros? O que atrai estes jovens?

Na sua realidade – seu bairro, sua cidade - para onde a maioria destes jovens vai no sábado à noite, por exemplo? É, são inúmeras respostas e situações.

Neste caso, se você fosse o responsável por mobilizar jovens de 17 a 28 anos em sua cidade, o que você faria para mudar esta realidade? Ninguém melhor do que você para dizer isso, não é verdade!?


E ai, Topa?

Poste seus comentários abaixo. Suas idéias podem mudar a história de muitas vidas!

Eduardo Klein,


=)

Posted by Eduardo Klein at 06:10:14 | Permalink | Comments (4)

Friday, February 1, 2008

Viva a diferença!

Oba! O Primeiro post do ano.
 
Uma das coisas mais empolgantes da vida é saber que somos diferentes, que não há ninguém igual a nós. É fato, de que se fossemos todos iguais, tudo seria um grande tédio. Isto é motivante, exclusivo.
O tema leva a reflexão: “O que nos faz ter afinidade com algumas pessoas e com outras não?”
Por que com apenas um simples olhar ou apenas um minuto de conversa já temos aquela sensação de que somos amigos há mais de dez anos? Também o contrário. Um simples contato nos faz repudiar alguém. Enfim, parece que temos um Juiz dentro de nós. Alguém que faz pré-julgamentos e tem um super poder de análise, e o mais intrigante, tudo isso em questão de instantes!
Mas, quais os aspectos que a vossa excelência, o Sr. Juiz julga na interação humana? Será que ele tem um livro de códigos de conduta, ou até mesmo o Juiz é nossa mãe dizendo quem é bom ou ruim?
 
Este é um assunto vasto. São inúmeras questões e filosofias.
Neste post onde o foco é a diferença, vamos iniciar o tema, a celebração da diferença.
 
Cada um de nós tem um “Mapa Mental”. Mapa Mental é a maneira de cada pessoa representar a realidade na sua cachola. Se três pessoas assistirem um acidente de carro, cada uma irá contar de forma diferente, com detalhes diferentes o mesmo acontecimento.
Alguns motivos que levam a estas diferenças, são que as pessoas nascem em úteros diferentes, vivem em contextos diferentes, em momentos diferentes, frequenta religiões diferentes, escolas diferentes, culturas diferentes. A ilustração disto é: Se colocado o mesmo barro em uma fôrma de tijolo e em uma  fôrma de telha, teremos um tijolo e uma telha feitos com o mesmo barro. Daí retrata-se um antigo ditado: “ Cada cabeça, uma sentença”.
Todos nós temos uma fôrma, que tem os moldes da nossa personalidade, experiências, vivência e conhecimento.
 
Com isso tiramos duas conclusões:
 
1-    É uma grande besteira duas pessoas discutirem.
As duas estão sempre certas. Então, não se trata de convencer o outro de que ele está errado. Sábio é entender o que é o certo dele, quais são seus valores. Assim mostre sua visão sobre o assunto discutido.
 
2-    É ridículo fazer críticas anônimas ou não-construtivas.
Muitas pessoas costumam difamar outras pelas costas, por interpretação sem contexto e/ou inveja. Antes de criticar alguém, procure conhece-la. Seus valores e conceitos. Ensine as pessoas a crescerem, mostre para elas um outro ponto de vista, mas jamais digam coisas sem contexto, você se passa por ridículo. 
 
É como o pai impositor. Bate na mesa, grita e oprime o filho e a esposa para mandar ou defender sua posição. Muitos pensam que ele é forte, porém é o caso típico de pessoa desequilibrada, fraca e sem conteúdo. Inteligente e forte é quem explica e convence com diálogo, este é um guerreiro.

até o próximo,

Eduardo Klein
edu.klein@gmail.com 

Posted by Eduardo Klein at 12:30:07 | Permalink | Comments (1) »